Regional

Em Gália, promessa de mais ocupações

Wagner Carvalho
| Tempo de leitura: 1 min

Gália - Outras 150 famílias integrantes do Movimento dos Sem Terra (MST) permanecem acampadas no assentamento “Margarida Alves”, em Gália (70 quilômetros de Bauru). De acordo com Judite dos Santos, líder do acampamento e integrante da direção estadual do MST, a intenção das famílias é chamar a atenção do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para que o processo de assentamento na região seja acelerado.

Acampados há quatros dias, a líder do movimento avisa que, se não houver uma resposta por parte do Incra, o MST irá ocupar as quatro fazendas já vistoriadas pelo órgão e que foram consideradas improdutivas. “Já telefonamos, mandamos fax e não recebemos respostas por parte do Incra. Caso o instituto não se manifeste, iremos partir para a luta e ocupar essas áreas nas próximas horas”, avisa Judite.

A líder do MST disse que, por enquanto, as famílias estão sendo organizadas e os barracos montados. O movimento reivindica que o assentamento seja feito nas fazendas Companhia Inglesa, Natal, Portal do Paraíso e nas glebas um e dois da fazenda Recreio.

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