Assunção - Viviana Carrillo, mãe do menino registrado neste mês pelo presidente do Paraguai, Fernando Lugo, o defendeu ontem da suspeita de estupro presumido. A “relação íntima” com o então bispo Lugo começou quando ela tinha 23 anos e não 16, disse Viviana. A lei paraguaia proíbe adultos de fazerem sexo com menores de 17 anos.
A denúncia de estupro foi apresentada por Lilián Samaniego, líder do opositor Partido Colorado, com base no processo judicial de reconhecimento de paternidade, desautorizado por Viviana
Acompanhada pelo advogado de Lugo, Viviana, que evitava a imprensa desde o início do escândalo, disse que ela e Lugo “se dão bem”, contrariando a versão do processo, de que o fim da relação tenha sido turbulento. Duas outras mulheres, Benigna Leguizamón e Damiana Morán, afirmam ter filhos com o ex-bispo.