Tribuna do Leitor

Cartões de zona azul


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Fiquei indignada com a atitude de um vendedor de cartão, que fica ali na rua Ezequiel Ramos em frente aos bancos. Ele se encosta no murinho com sua prancheta, atola cada vez mais o boné na cabeça para dar a atender que não vê ninguém e nem ouve também, no maior bate-papo. E ai de quem for incomodá-lo em seu estabelecimento comercial. Custa ver um aceno e ir direto aos automóveis? Só estou me manifestando porque testemunhei a dificuldade de uma senhora que estava com o pé machucado e tentava de toda maneira chamar este vendedor, que olhava pra cima e pra baixo e voltava a conversar em seu escritório particular, desfazendo e ignorando as pessoas com a maior cara de pau. Falo no plural porque muitos outros que estavam por ali também tentaram chamar a atenção do sujeito em questão. Agora, eu pergunto: Esses funcionários têm que circular pelas quadras ou não? A Emdurb, que tem mostrado estar em grande transformação e boa vontade, poderia fazer uma reciclagem com esses vendedores, informando que eles estão lidando com pessoas que merecem respeito e que o serviço que eles prestam é de utilidade pública. Então, que se demita esses folgados, porque tem muita gente nas filas querendo trabalhar. Já que temos que pagar para desfrutar do solo da cidade, vamos exigir respeito! Saudações!

Ana Paula de Oliveira

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