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Libertadores: Gripe suína prejudica planejamento tricolor

Giuliander Carpes
| Tempo de leitura: 1 min

Pode parecer que o São Paulo foi beneficiado quando o Chivas Guadalajara acabou sendo definido como o seu adversário nas oitavas-de-final da Copa Libertadores. A tendência é de que os dois confrontos contra os mexicanos ocorram no Brasil por causa da gripe suína que assola o país. Mas o adiamento da primeira partida para o próximo dia 13 afeta o planejamento tricolor e deixa a equipe, que já não joga há dez dias, com menos ritmo de jogo.

O próximo compromisso do time de Muricy Ramalho será só daqui a uma semana, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. A direção são-paulina e a comissão técnica já decidiram que o clube dará total prioridade para a competição continental e relegará o Nacional ao segundo plano enquanto os dois torneios forem disputados concomitantemente. A possibilidade é de escalar time reserva na estréia diante do Fluminense.

Para o primeiro jogo contra o Chivas, ainda em local a ser definido, o time dos titulares terá treinado por apenas 20 dias. E ainda não se sabem detalhes do jogo. “Isso acaba complicando também a logística do São Paulo porque precisamos viajar, marcar hotel e local de treinamento, entre outras coisas”, afirmou o treinador. “Mas temos tudo predeterminado em cada cidade. A questão principal, ao menos, já temos, que é a informação do adversário.”

Muricy jogou no México no fim da década de 1970 e começou sua carreira de treinador por lá, no Puebla, onde até hoje é lembrado pelo apelido de “Marechal”. “Seria bom que nada disso tivesse acontecido. Eles vão ter uma desvantagem, pois não poderão atuar com os seus torcedores”, disse Muricy. “Mas esse problema de saúde (a gripe suína) é mais grave. O importante agora é saúde, não futebol.”

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