Saúde

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• Sedentarismo

O Centro de Práticas Esportivas da Universidade de São Paulo (Cepeusp) promove a campanha “Cartão vermelho ao sedentarismo”, a partir de amanhã até 8 de maio. O evento, em sua 12ª edição, pretende atingir não apenas os freqüentadores do local, mas toda a comunidade universitária e população em geral que não praticam exercícios físicos regulares.

• Avaliações

A campanha visa conscientizar as pessoas sobre a importância da prática regular de exercícios físicos, como forma de melhorar a qualidade de vida e as condições de saúde. A edição deste ano terá avaliações física, de osteoporose, artrite e artrose, diabetes, asma, alergias e do IMC (que mede se o peso está peso adequado, acima ou abaixo do esperado).

• Aulas abertas

Haverá aulas abertas de boxe educativo, aeroboxe, ginástica geral, yoga, capoeira e maculelê e fitness. Intercalando-se às atividades serão proferidas palestras, por professores do Cepeusp, com temas relacionados à saúde, como por exemplo “A importância da alimentação para a qualidade de vida e os regimes da moda”, entre outras. A programação inclui, ainda, vivências de badminton e vôlei, apresentação de capoeira, alongamento e ginástica postural, além de uma Caminhada pela Saúde, na manhã do dia 8.

• Programação

As atividades serão realizadas no gramado em frente à lanchonete do (Cepeusp). Segundo informações da organização do evento, não é necessário fazer inscrição para participar. A programação completa pode ser vista no site www.cepe.usp.br. O Cepeusp fica na Praça Professor Rubião Meira, 61, Cidade Universitária, São Paulo. Mais informações: (11) 3091-3304.

• Terceira idade

Os departamentos de Análises Clínicas e Farmácia da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da Universidade de São Paulo (USP) promoverão palestras do ciclo “USP Aberta à Terceira Idade” neste mês. As palestras são abertas tanto ao público de terceira idade quanto a quaisquer pessoas interessadas nos temas.

• Palestras

No Departamento de Análises Clínicas, as palestras serão realizadas às quintas-feiras, das 14h às 16h. No dia 7, o tema será “Atividade física na terceira idade”, com as professoras Angélica P. de Oliveira e Martha Roberta Lopes de Toledo como palestrantes. No dia 14, o tema “Depressão” será ministrado pela professora Roseli Silva Lima Viceconte. “Doenças reumatológicas no idoso” é o tema da palestra do dia 21, ministrada por Renata Rosa. O ciclo de maio será encerrado com “O que somos geneticamente”, no dia 28, ministrado pela professora Adriana Bortolai. Inscrições: (11) 3091-3661, ou e-mail ednabatista@usp.br.

• Osteoporose

No Departamento de Farmácia da USP, as palestras serão realizadas às sextas-feiras, das 14h às 16h. Todas serão ministradas pela professora Silvia Regina Cavani Jorge Santos. No dia 8 o tema é “Osteoporose”, no dia 15 “Alzheimer”, no dia 22 “Cardiovascular” e no dia 29, “Diabetes”. As palestras serão realizadas no anfiteatro do Bloco 16 térreo da FCF. As inscrições devem ser feitas pelos telefones (11) 3091-3667 / 8531.

• Sono e resfriado

Pessoas que dormem menos de sete horas por noite têm risco três vezes maior de desenvolver doenças respiratórias após terem contraído resfriado do que aqueles com oito horas ou mais de sono, segundo estudo publicado em edição recente dos “Archives of Internal Medicine”. Estudos anteriores apontaram, entre outras relações, que a privação de sono afeta determinadas funções imunes e que indivíduos que dormem bem têm menores taxas de problemas cardíacos. Mas havia pouca evidência direta de que a falta de sono poderia estar associada com a menor resistência a contrair gripes e resfriados.

• Acompanhamento

Para o estudo, pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, dos Estados Unidos, analisaram 153 homens e mulheres saudáveis, com idade média de 37 anos, entre 2000 e 2004. Cada participante foi avaliado diariamente durante um período de duas semanas, de modo a verificar quantas horas dormiam por noite, qual a porcentagem do tempo passado na cama correspondeu ao período dormido (eficiência do sono) e se sentiam descansados pela manhã. Os voluntários foram colocados em quarentena e receberam doses nasais contendo um vírus causador do resfriado comum. Nos cinco dias seguintes, os participantes descreveram sinais e sintomas da doença e tiverem amostras do muco nasal colhidas para análise.

• Anticorpos

Cerca de um mês depois, os voluntários da pesquisa passaram por uma coleta de sangue para o teste de respostas de anticorpos contra a infecção promovida pelo vírus De acordo com os resultados, quanto menos os participantes dormiram, mais propensos estiveram a desenvolver resfriado. Aqueles que dormiram menos de 92% do tempo passado em cama tiveram cinco vezes e meia mais chance de adoecer do que os que dormiram 98% do tempo. Segundo os pesquisadores, uma possível explicação dos resultados é que os distúrbios de sono podem influenciar a regulação de citocinas pró-inflamatórias, de histaminas e de outros mediadores de sintomas que são liberados como resposta a infecções.

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