“Há cinco anos não aceitamos mais cheque como forma de pagamento, pois o prejuízo era muito grande. Preferimos o cartão que o índice de inadimplência é zero” José Carlos Zaratine, gerente de uma loja de utensílios domésticos
“Apesar de aceitarmos cheques, damos mais vantagens aos clientes que pagam no dinheiro ou no cartão. Apesar do pagamento com cheque ser minoria, ainda temos prejuízos”
Marcelo Rodrigues Afonso, proprietário de uma loja de roupas
“Trabalhamos com cheque, crediário e cartões. No pagamento com chegue tomamos precauções como documentos, fazemos consultas. Depois disso, não notamos aumento na inadimplência”
Fabiana Rosseto, gerente administrativa de uma loja
“Aceitamos cheque, mas temos algumas normas da loja como, por exemplo, ter conta aberta no banco há mais de seis meses” Marlene Oliveira Miola, gerente de uma loja do setor fotográfico
“Nós aceitamos cheque, mas temos algumas exigências. Fazemos cadastro, pedimos documentos e na primeira compra exigimos 50% do valor à vista” Fernanda Bergamaschi, gerente de uma loja de roupas
“Os pagamentos com cheque não chegam a 5% das vendas, mesmo assim ainda temos prejuízo. Por isso, estimulamos o pagamento em dinheiro ou no cartão”
Rafael Warmling, gerente de uma loja