A síndica do condomínio residencial Parque das Camélias, Iracema Almas, procurou a reportagem do Jornal da Cidade, ontem, para esclarecer informações incorretas contidas em matéria veiculada na edição desta quinta-feira intitulada “Gatos são achados mortos e outros desaparecem no Parque das Camélias”. Segundo ela, o residencial onde ocorreram as mortes de alguns gatos relatadas no texto não fica na “região do Parque das Camélias”, e sim no Jardim Cruzeiro do Sul - nome do bairro.
“Da forma como o texto da matéria foi escrito, dá a entender que o problema ocorreu no Parque das Camélias, que é apenas o nome de um condomínio residencial, e não de um bairro. No Camélias (residencial), não houve nenhum caso de morte e nem de desaparecimento de gatos”, afirma Iracema.
A moradora que fez a denúncia ao JC, que não reside no Parque das Camélias, pediu para que não seja divulgado o nome do condomínio onde ocorreram as mortes. Sua preocupação é de não manchar a imagem do local e das demais pessoas que residem lá.
Segundo a denunciante, ela cuidava de alguns gatos que habitavam o local. Após voltar de uma viagem de férias na última semana, encontrou quatro deles mortos, e outros quatro desapareceram. Segundo ela, que registrou boletim de ocorrência (BO) sobre o caso, os animais eram castrados e vacinados.
A síndica do residencial Parque das Camélias faz questão de ressaltar que em junho do ano passado a administração do condomínio realizou um trabalho no local que resultou em um cadastro de todos os gatos lá existentes.
“Todos os gatos receberam coleira, inclusive os que já eram de moradores do condomínio. Os demais passaram por avaliação médica em uma clínica veterinária e alguns foram castrados. Alguns deles foram adotados por moradores e outros foram encaminhados para adoção através dessa clínica e de ONGs que fizeram parceria com a gente”, relata.
Iracema destaca que todo o trabalho foi feito em parceria com uma clínica veterinária, organizações não-governamentais (ONGs) de proteção aos animais e com o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) de Bauru. “Todas as despesas foram pagas pela administração do condomínio, e depois disso, não houve problemas envolvendo gatos no Camélias.”