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Monoxímetro classifica o ar expelido

Wagner Carvalho
| Tempo de leitura: 1 min

Não foram apenas os proprietários dos bares e restaurantes que fizeram o teste do monoxímetro, aparelho que serve para medir a quantidade de monóxido de caborno, poluente presente na fumaça do cigarro, existente no ar expelido pelo pulmão. Alguns freqüentadores desses locais também se candidataram a fazer o teste.

O publicitário Fernando Caetano de Barros Lima, que não fuma, fez o teste que o apontou como fumante passivo. De acordo com a classificação do aparelho, a situação de Lima é de alerta.

Em outro teste, o gerente comercial Roger Vitica, que é fumante, foi classificado pelo resultado do monoxímetro como muito dependente do tabaco. “Já estava pensando em parar de fumar e agora com o resultado desse teste, vou me esforçar mais”, disse.

Viviane Cristina Lemos ressaltou a diferença existente no ambiente onde é permitida a permanência de fumantes e onde é proibido fumar. “É visível. Seria tão bom se a pessoas percebessem que fumar é prejudicial e que não se ganha nada com isso. Pelo contrário, só se perde”, lamenta.

O trabalho em Bauru não deve parar. Agentes da Vigilância Sanitária Municipal foram treinados pelos técnicos da Secretaria Estadual da Saúde para dar continuidade ao trabalho na cidade. Agentes das cidades da região de Bauru também receberam instruções e foram treinados para realizar o trabalho em suas respectivas cidades.

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