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• Tratamento contra a aids

A automedicação pode ser bastante prejudicial aos portadores do vírus HIV. Mesmo chás e ervas medicinais podem interferir negativamente no tratamento de soropositivos. O alerta é do CRT DST/Aids, órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo. Na lista de substâncias para as quais vale o alerta estão algumas bastante populares, como o boldo do Chile, guaraná, erva mate e chá preto, entre outras. A erva de São João, por exemplo, utilizada como calmante natural em forma de cápsulas, pode interferir no tratamento.

• Erva de São João

“A substância ativa da erva de São João acelera o metabolismo dos medicamentos no fígado, diminuindo o nível dos mesmos no sangue e, consequentemente, reduzindo sua eficácia”, alerta o infectologista José Valdez Ramalho Madruga, diretor da unidade de pesquisa de novos medicamentos do Centro de Referência e Treinamento DST/Aids-SP Já as cápsulas de alho podem reduzir a absorção de inibidores de protease, como o Amprenavir e o Atazanavir, entre outros. “Mas é preciso deixar claro que o consumo moderado de alho como tempero na culinária cotidiana não é nocivo aos pacientes”, pondera o infectologista.

• Boldo do Chile

“O boldo do Chile, guaraná, erva mate e chá preto podem aumentar os efeitos neuropsiquiátricos do Efavirenz. Por sua vez, o confrei pode induzir a danos hepáticos”, completa o infectologista. A Echinacea purpurea em cápsulas, indicada por homeopatas para estimular a imunidade, na verdade causa aumento da liberação de interleucinas e do fator de necrose tumoral, que aumentam a replicação do vírus HIV, provocando mais malefícios que benefícios aos pacientes.”Estes produtos, apesar de serem naturais, devem ser consumidos apenas sob orientação médica”, aconselha Madruga.

• Palestra gratuita sobre uso de álcool

“Álcool e Drogas: Prevenção” será o tema abordado no projeto “Encontro com sua Saúde” na próxima quarta-feira, às 19h, no auditório do Centro de Estudos da unidade Anália Franco do hospital São Luiz, no bairro Anália Franco, zona leste de São Paulo. A convidada será a psicóloga e psicopedagoga da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), especialista em dependência de álcool e outras drogas, Ana Maria Cardone.

• Adolescentes

Levantamento feito pela Secretaria Nacional Antidrogas e pela Unifesp mostra que entre os adolescentes o abuso de bebidas alcoólicas aumentou e a idade início de uso é por volta dos 12 anos e meio, enquanto o início de uso de drogas ilícitas, como a maconha e cocaína, por exemplo, acontece após os 13 anos. Com base nesse quadro a palestrante mostrará o perfil dos usuários das principais drogas, como é possível identificar o início do uso de drogas entre os adolescentes, quais são o tratamento adotado para reduzir o consumo ou levar à abstinência e o papel da família e da sociedade na recuperação do dependente e como prevenir o problema. Para participar os interessados têm de se inscrever com antecedência pelo telefone (11) 3386-1584.

• Prótese nos dentes

O Programa de Pós-Graduação em Odontologia da Universidade Guarulhos (UnG), na Grande São Paulo, seleciona pacientes com implantes e próteses dentários para realização de check-up gratuito. A ação visa diagnosticar e tratar implantes osseointegrados com peri-implantite, condição patológica caracterizada pela inflamação do tecido mole ao redor dos implantes, sangramento, supuração e rápida perda óssea. São 40 vagas e os interessados devem se inscrever pelo telefone (11) 2464-1674. Único requisito é ter próteses sobre implantes há mais de três anos. O atendimento será na Clínica de Odontologia da UnG, localizada na Unidade Guarulhos-Centro da Instituição (Praça Tereza Cristina, 01, Centro).

• Vírus respiratório

Está aberto o cadastramento de pacientes, indicados por seus médicos, para a imunização contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR), que no Brasil circula principalmente nos meses de maio a setembro e que é a principal causa de internação de bebês nos primeiros anos de vida por doenças respiratórias. Apesar de circular no Brasil de março até meados de setembro, a temporada de circulação do VSR não está associada a temperaturas mais baixas, mas sim ao período do ano.

• Imunização

A imunização contra o VSR - recomendada pela Sociedade Brasileira de Imunização e pela Sociedade Brasileira de Pediatria - foi normatizada em São Paulo em julho de 2007, pela Coordenadoria de Controle de Doenças, da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, e é disponibilizada gratuitamente para crianças menores de 1 ano de idade, que nasceram prematuras (idade gestacional igual ou inferior a 28 semanas), após a alta hospitalar, ou crianças menores de dois anos de idade, portadores de patologia cardíaca congênita, ou com doença pulmonar crônica decorrente da prematuridade. Para mais informações e locais de cadastramento e imunização, os médicos e interessados podem consultar o website da Secretaria da Saúde, no link: http://portal.saude.sp.gov.br/content/geral_acao_politica_estadual_ medicamentos_vsr_prevencao.mmp.

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