Esportes

Jiu-jítsu: Equipe Ricardo Pereira vai ao Paulista

Wagner Teodoro
| Tempo de leitura: 2 min

A equipe Ricardo Pereira/AOA participa do Campeonato Paulista de Jiu-Jítsu de iniciantes, neste final de semana, com seis atletas. A competição será realizada no ginásio Baby Barione, em São Paulo. Estarão em ação no tatame os bauruenses Gustavo Corrêa, Guilherme Rodrigues Regino, Jefferson Matheus da Silva, João Mateus Gimenes e Leonardo Andrejevas. Além deles, o pequeno Talles Ferreira de Souza. Todos treinados pelo professor Ricardo Pereira.

Confiante, o técnico analisa as chances de cada atleta que levará para São Paulo. “O Leonardo é um atleta experiente, tem pouca idade, mas é experiente. O João Mateus é novo, mas muito experiente também, treina muito. O Gustavo Corrêa é outro atleta em quem estou apostando muito, mesmo sendo a sua estréia. É atleta que tem o dom, que leva jeito. O Jefferson é duro, grande, muito forte, pesado, acho que vai se dar bem. Já o Guilherme está há pouco tempo na equipe, mas treina duro, forte”, considera Ricardo Pereira.

Toda a confiança do técnico vem da dedicação e do desempenho de seus comandados nos treinos. “Nossa equipe, em termos de treino, está muito forte, alto nível. Tenho excelentes atletas, que estão estruturando a equipe. Minha expectativa é de que todos sejam medalhados”, declara.

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Filho de peixe...

Quem também fará sua estréia em Campeonatos Paulistas é Talles Ferreira de Souza, filho de Ricardo Pereira. O caso ilustra bem o velho ditado que diz “filho de peixe, peixinho é”. Com 3 anos e 8 meses, Talles já sabe bem o que terá que fazer quando pisar no tatame do ginásio Baby Barione. “Passar a guarda”, resume o pupilo, que treina sob a supervisão do pai. Mas e na luta, o que tem que fazer para vencer? “Pegar o pescoço”, responde, decidido. O pequeno, faixa branca mirim, vai lutar na categoria galo até 17 quilos.

Ricardo Pereira ressalta que a participação de seu filho será mais uma luta exibição, sem preocupação com resultado, para servir de estímulo. “Ele vai ter um grande incentivo de ir lá, sentir o clima de competição, de público, de luta, que é uma coisa que ele gosta muito. Há algum tempo ele vê a gente, com três meses já ficava no tatame”, lembra. Pereira

O pai faz questão de deixar claro que gostaria que o filho seguisse seus passos no tatame, desde que seja por vontade própria, sem obrigá-lo a lutar. “Desde que ele estude e leve os estudos a sério, tem liberdade de lutar e ter resultado. Fiz isso muitos anos e espero que ele faça o mesmo, mas sem obrigação. Não quero obrigá-lo a lutar e competir. Deixo livre para ele querer ou não”, ressalva.

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