Regional

Sindicato questiona cortes de benefícios de servidor da prefeitura de Macatuba

Rita de Cássia Cornélio
| Tempo de leitura: 1 min

Macatuba - O Sindicato dos Servidores Municipais de Macatuba (46 quilômetros de Bauru) faz hoje e amanhã, em horários diferentes, uma reunião com os 80 empregados do município para decidir se aceitam ou não o corte do pagamento de insalubridade e periculosidade que a administração local está fazendo. Caso a situação não seja resolvida amigavelmente, a entidade representativa pretende entrar com uma ação pedindo que seja feita uma avaliação pelos peritos designados pela Justiça.

De acordo com o representante dos servidores, Dejair Aparecido da Silva, a prefeitura contratou uma empresa terceirizada para avaliar os cargos que deveriam receber o benefício. “O valor varia de cargo para cargo, em torno de R$ 100,00. Há servidores que recebem há mais de 10 anos e vão perder o benefício.”

Do total de 80 servidores, o sindicalista calcula que 50 recebiam um ou outro benefício. “Na avaliação da empresa, alguns que recebiam passarão a não receber, enquanto que outros, que nunca receberam, poderão passar a contar com o benefício.”

A prefeitura de Macatuba informou ontem que, a contratação da empresa para fazer a análise dos cargos que têm que receber ou não pagamento por insalubridade e periculosidade, foi uma reivindicação do próprio sindicato.

De acordo com o assessor da prefeitura, José Aurélio Paschoal, os servidores receberam um comunicado da empresa avisando-os que o pagamento não será feito a partir de agosto. “Eles têm dois meses para recorrer da decisão. Adotamos a avaliação porque o benefício era concedido sem critérios. Na Saúde, por exemplo, nem todos os cargos têm direito a receber insalubridade.”

Paschoal argumenta que cada caso é um caso e todas as situação estão sendo estudadas. “Ao todo são 131 servidores que recebem insalubridade e 9, periculosidade.”

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