Tribuna do Leitor

Quebrando o tabu - Minha Opinião


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Na Constituição Federal, está escrito que é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato e é assegurado o direito de resposta proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem. Ao citar estes princípios de direito, quero colocar a nossa condição de cidadão, pois, como brasileiro que somos não podemos mais deixar de opinar e de participar das questões que envolvam o futuro do nosso País. É precisamos estar envolvidos na questão pública de alguma forma ou maneira, não apenas no voto, mas em todo o desenrolar da democracia. É necessário que todos sejam um, na ora de cobrar os direitos. Precisamos nos posicionar de forma a cobrar que a transparência seja a principal ferramenta para se fazer gestão pública neste País. Observo a lei de responsabilidade fiscal que chegou para regulamentar uma série de questões relacionadas à administração pública brasileira e para assegurar à sociedade que, doravante, todos os Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios terão que obedecer, sob pena de severas sanções, aos princípios do equilíbrio das contas públicas, de gestão orçamentária, financeira e outros.

Responsabilidade, eficiência, eficácia, transparência e honestidade devem ser a característica principal de um homem público e de um governo sério. Mas, o que temos visto nestes últimos? É fato. Está escrito! Que nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens serão egoístas, avarentos, arrogantes, blasfemadores, desobedientes aos pais, ingratos, irreverentes, desafeiçoados, implacáveis, sem domínio de si, cruéis, inimigos do bem, traidores, atrevidos, mais amigos dos prazeres, ou seja, corruptos. Está é a natureza humana. Por está e outras razões, temos que nos colocar não como ouvintes, mas praticantes dos princípios que temos. Renunciar os fatos e situações que nos leva a ter o mesmo proceder. Evitar a aparência do mau é preciso, além de sair do meio da multidão. Sair multidão significa não estar comprometido com a omissão dos fatos, pois, o mesmo quanto avantes trarão a insensatez daqueles que praticaram tal fato. É o que está acontecendo! Para isto exite a Lei, que é boa, se alguém dela utiliza modo legitimo, tendo em vista que não se promulga lei para quem é justo, mas para transgressores, rebeldes, irreverentes, mentirosos, ou seja, os corruptos. Portanto, não devemos temer as más notícias antes, temos que ter convicção do que pensamos e podemos fazer, pois desta maneira teremos uma população mais consciente dos seus deveres e obrigações e um país mais justo.

Cleverson Antonio Moreira - contador e professor

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