Turismo

História e cultura


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História e preservação são coisas sérias em Natal. Tanto assim que seu centro histórico e a orla poderão ganhar projeto de urbanização e ambientação na mesma concepção do Parque das Nações, em Lisboa.

A informação é do portal Destino do Sol. Embora seu maior atrativo seja o mar - verde intenso - quem rouba a cena no percurso do aeroporto até a Vila Costeira (repleta de hotéis premiados) são os monumentais reis magos e a estrela guia, construídos na entrada da cidade.

As obras simbolizam a religiosidade que a população herdou dos colonizadores portugueses. Em 25 de dezembro de 1957, a armada do capitão Manuel Mascarenhas chegava à Barra do Potangi e dava início à conquista do território, inicialmente batizado como Cidade dos Reis.

Em 6 de janeiro de 1598, os marinheiros portugueses começaram a construir uma fortaleza para afugentar os invasores holandeses. Em forma de estrela e conhecido como Forte dos Reis Magos, o prédio ficou pronto em 1630 e hoje está aberto à visitação.

Igrejas e a fé

Pela cidade há também dezenas de igrejas do século 18. Bons exemplos são a Matriz Nossa Senhora da Apresentação, a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e a Igreja de Santo Antônio.

No Interior do Estado, a devoção do povo potiguar é ainda maior. Quem participar de uma das rodas de conversa dos pescadores de São José de Mipibu, a 30 quilômetros de Natal, vai ouvir lendas das mais curiosas. O lugar chama a atenção dos adeptos do turismo sacro, pois é considerada uma das cidades mais religiosas do Estado.

Roteiros de fé também são o forte de Patu, a 370 km de Natal.No alto da Serra do Lume, está o Santuário de Nossa Senhora dos Impossíveis. Sua maior festa ocorre em 1 de janeiro.

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