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Garçons mantêm 7 mil ações contra o confisco de gorjeta

Folhapress
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São Paulo - O Estado de São Paulo tem ao menos 7.000 processos de garçons e profissionais similares contra empregadores que não repassam na íntegra -ou até menos nenhuma parte- da gorjeta, na maioria das vezes de 10% cobrada pelos estabelecimentos.

Ex-garçom Antônio Ademar de Carvalho, 68, processou antigo patrão e recebeu R$ 20 mil

Um projeto de lei federal, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, regulamenta a gorjeta, obrigando o repasse a funcionários após retenção de um quinto do valor para encargos.

Eempregados e patrões divergem sobre o destino da gorjeta. Milhares de garçons e empregados da área reclamam que parte ou todo esse dinheiro, muitas vezes, vai para o bolso do patrão.

Já os empregadores se queixam da quantidade alta de despesas e que atender à reivindicação da classe prejudicaria o negócio. As decisões judiciais, como mostra a reportagem, variam sobre quem está certo nas queixas.

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