Ousei “roubar” o título que a jornalista Ângela Moraes não ousou usar em seu belo artigo “O ofício da resiliência” (JC, pág.2, 15/7). Parabéns, minha senhora! Permito-me, entretanto, afirmar, aqui, que ser resiliente, meeesssmo, é residir nesta Cidade Sem Limites, aguardando já há cerca de 20 anos que o povo desta urbe eleja, efetivamente, um prefeito competente para tirar Bauru da clausura da estagnação decorrente da incompetência (em certos casos até da desonestidade) dos alcaides que pelo Palácio das Cerejeiras têm passado. Mais que resiliência, tais experiências têm se transformado em verdadeiras torturas. Oxalá, um dia...
João Guilherme Ortolan