Polícia

Mary Dota pode ficar sem água hoje

Da Redação
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Cerca de 26 mil moradores da região do Núcleo Mary Dota, em Bauru, devem economizar água hoje para não correr o risco de ficar sem o produto. Para fazer manutenção hidráulica no poço profundo Mary Dota, que abastece a região, o Departamento de Água e Esgoto (DAE) vai desligar a unidade de produção às 6h. A previsão é que o serviço esteja concluído às 16h, quando o poço voltará a produzir água.

A assessoria de imprensa do DAE informa que a manutenção consiste na troca da tubulação e instalação de um registro no cavalete no poço do Mary Dota, localizado na rua Marisa Elísia Nogueira de Oliveira. Dependendo do nível do reservatório que recebe água deste poço e do comportamento dos moradores dos bairros atingidos, o serviço pode ser concluído antes que falte água nas torneiras.

São abastecidos pelo poço Mary Dota, além do próprio Mary Dota, Jardim Silvestre, Jardim Chapadão, Jardim Mendonça, Jardim Flórida, Núcleo Beija-Flor, Vila Santa Luzia, Parque Giansante e Núcleo Bauru 2000.

O DAE solicita a economia de água nesses bairros e disponibilizará caminhões-pipa, caso necessário, através do 0800-7710195. Diferentemente de sete ocorrências no primeiro semestre deste ano, de queima de bomba ou problema no equipamento, o trabalho de hoje não é emergencial.

Desta vez não será necessário retirar a bomba instalada no fundo do poço, geralmente a mais de 100 metros de profundidade, que é um serviço mais complicado. O abastecimento de Bauru é feito por rio Batalha, responsável por atender 42% dos moradores de Bauru, e por 29 poços profundos que retiram água dos aquífero Guarani e Bauru e fornecem o produto para 58% da cidade. A água retirada do Batalha percorre um longo caminho até chegar às casas.

Ela sai do rio por meio de sucção e é levada por bombas até a estação de tratamento, onde recebe a adição de produtos químicos para deixá-las nos padrões para ser consumida. Depois de tratada, ela vai para os reservatórios e só então é distribuída à população.

O Batalha atende, principalmente, a demanda do Centro e partes das regiões oeste e sul da cidade. Já a água proveniente dos 29 poços profundos na cidade que retiram água do Aquífero Guarani, e do poço localizado no distrito de Tibiriçá, que capta água do Aqüífero Bauru, faz um roteiro um pouco diferente.

Ela é retirada dos poços por meio de bombas e lançada em reservatórios onde recebe cloro e flúor. Em seguida, ela é enviada até as casas e prédios.

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