Quando era presidente da República, Itamar Franco dava um trabalho danado para seus seguranças, sobretudo quando viajava para Juiz de Fora (MG). Geralmente ia de avião até o Rio e, de lá, seguia viagem para Minas de carro. Detalhe: não admitia ser seguido por nenhum comboio, o que obrigava sua equipe a recorrer até a lunetas.
Um dia, numa viagem, o presidente telefonou preocupado: - Comandante, estou sendo seguido por um fusca. Disse ao chefe de segurança. Ao que este respondeu: - Não se preocupe, excelência. Somos nós, camuflados, monitorando o senhor.
Enviado por Pedro Valentim - Fonte - Renata Lo Prete - Folha de São Paulo