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Ligas de Combate ao Câncer de Jaú comemoram 13 anos de atividades

Por Lilian Grasiela | Com Redação
| Tempo de leitura: 2 min

Jaú - Amanhã, as Ligas de Combate ao Câncer da Fundação Amaral Carvalho (FAC) de Jaú comemoram 13 anos de atividades no apoio a pacientes em tratamento oncológico. A festa de confraternização, que pretende reunir mais de 1.600 pessoas de aproximadamente 90 municípios, terá início às 9h30, no Caiçara Clube de Jaú.

Segundo Eduardo Nadalet, coordenador das Ligas de Combate ao Câncer da FAC, o encontro busca enaltecer o trabalho dos 91 grupos que auxiliam a instituição, proporcionando a eles um dia de festa e confraternização. “É uma pequena forma de agradecer todo apoio que essas pessoas dão aos pacientes de câncer”, afirma.

Para o evento, são aguardados representantes e parlamentares das esferas estadual e federal, além de autoridades locais. Dentre as principais atrações previstas, está agendada a participação dos palhaços do Projeto Clown, da banda Delphos, do Mágico Ben Hur e do Zezzaropi.

Mas a expectativa maior do voluntariado fica por conta de uma apresentação surpresa preparada anualmente pelo Amaral Carvalho, que poderá ser de um cantor ou cantora de renome. A festa de 2008 contou com a presença do cantor Moacir Franco. Além disso, neste ano, a FAC celebra o 1º lugar em atendimento oncológico pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado de São Paulo.

O trabalho voluntário na Fundação Amaral Carvalho (FAC) teve início em 1993, com a criação da Entidade de Assistência Social Anna Marcelina de Carvalho, que desenvolvia trabalhos e atividades para todos os pacientes do Hospital Amaral Carvalho de Jaú e outros municípios.

Em agosto de 1996, o diretor-superintendente da entidade, Antônio Navarro, iniciou a formação das Ligas de Voluntários no Combate ao Câncer nas principais cidades que encaminham seus pacientes a Jaú. Os voluntários dessas ligas passaram a receber treinamento e apoio material dos membros da FAC.

Atualmente, existem 91 Ligas de Combate ao Câncer, sendo 89 no Estado de São Paulo, uma em Brasilândia (Mato Grosso do Sul) e uma em Muzambinho (Minas Gerais), totalizando mais de 4 mil voluntários.

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