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Condomínios são também sinônimo de novos amigos


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Alda Razuk viveu em Bauru mais de 50 anos. Morava na zona sul, mais precisamente no Jardim Estoril e enfrentou três assaltos. Ficou tão desiludida que decidiu mudar. “Eu vendi a casa em Bauru e quem comprou também foi assaltado. Já vendeu e mudou para um apartamento, tal a insegurança.”

Na procura por um lugar que ela classifica como “paraíso”, conheceu o residencial Pontal. Comprou cinco lotes e pagou bem barato em relação a um imóvel de mesmo porte em Bauru, cidade vizinha. Depois de construir o “paraíso”, se mudou e encontrou não só um espaço com muito verde, mas novos amigos. “Só 30% dos moradores são de Piratininga. Mas na escolha dos funcionários do condomínio e das residências damos preferência aos moradores da cidade. É muito bom porque acabamos conhecendo a comunidade. Aqui no condomínio fiz novos amigos que somados aos que já tinham, passei a contar com muita gente ao meu lado.”

No residencial tudo é motivo para festa e um antigo costume entre vizinhos é uma prática permanente. “Um vizinho faz uma comida diferente e convida para compartilharmos daquele momento.”

As reuniões de condomínio são na casa dela. “Aqui temos fogão a lenha, fazemos caldinho e comida mineira no inverno e churrasco no verão. A família, não perde tempo, os filhos e netos também desfrutam do espaço.” Ela também concorda com o título de cidade ‘satétite’ de Bauru.

Marisa Cavaline mora há dois anos e meio no mesmo residencial de Alda Razuk. As duas são amigas e é lá ela que cria seus dois filhos. Antes, morou em Piratininga, na área urbana, mas resolveu mudar para o Pontal para ter tranqüilidade junto a sua família. “Aqui as crianças andam livres de bicicleta pelo bairro. A gente ainda pode ficar com as portas e janelas abertas.”

Os serviços de portaria garantem a privacidade, segundo a moradora. “Ninguém entra no residencial sem ser anunciado. O carro fica na garagem e ninguém mexe.”

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