Polícia

Identificado suspeito de disparar contra polícia

Luciana La Fortezza
| Tempo de leitura: 2 min

Preso temporariamente sob acusação de ter roubado, há cerca de dez dias, um bar do bairro Aimorés, em Bauru, o operador de injetora Danilo Rodrigues Bonfim, 23 anos, também é suspeito de, na madrugada anterior, ter disparado arma de fogo contra a equipe da Polícia Civil que o flagrou (junto com outro homem) tentando arrombar uma porta de vidro para entrar numa churrascaria na rua Rio Branco, no Centro. Ele foi reconhecido pelos policiais do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra), que leram matéria sobre o roubo em Aimorés.

Na ocasião, com o intuito de levantar outras vítimas, a foto de Bomfim foi publicada. Ele foi identificado como um dos quatro ladrões que assaltaram o bar, armados com um revólver e uma espingarda. Os quatro renderam funcionários e clientes e subtraíram a quantia de R$ 500,00 e um pote de bombons.

Na madrugada anterior, a Polícia Civil de Bauru havia prendido o servente Marcos Fabrício Antonio, 33 anos, suspeito de tentar arrombar a porta de vidro da churrascaria na companhia de Bomfim. Os policiais passavam pelo local por volta das 3h, quando foram surpreendidos pelo alarme do estabelecimento.

Ao notarem a presença da viatura, as duas pessoas que estavam no local tentaram fugir. Os policiais iniciaram, então, a perseguição dos suspeitos a pé quando um deles disparou arma de fogo, o que causou revide de um dos policiais. A dupla se separou. Um deles correu em direção à região central e o outro, Marcos Fabrício Antonio, ferido na altura das nádegas, para a rua Agenor Meira.

Antonio foi capturado pelos policiais e encaminhado para o Pronto-Socorro Central, onde foi retirada a bala. Depois, foi recolhido à Cadeia Pública de Duartina. Já o outro conseguiu fugir. “Com o reconhecimento pessoal de Bomfim na data de hoje (ontem) como sendo o autor dos disparos, cópias das investigações foram encaminhadas ao 3.º Distrito Policial, onde um inquérito a respeito dos fatos foi instaurado”, conclui o delegado Cledson Luiz do Nascimento, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

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