Saúde

Conta - Gota


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• Tratamento para tabagistas

O Programa de Álcool e Drogas do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) oferece tratamento para homens e mulheres maiores de 18 anos, dependentes de nicotina (tabagistas) há pelo menos um ano, que consumam mais de dez cigarros ao dia. Os voluntários serão acompanhados em grupos terapêuticos durante 12 semanas. O agendamento de triagens pode ser feito pelo telefone (11) 3069-6960. O IPq fica na R. Dr. Ovídio Pires de Campos, 785, São Paulo, SP.- Mais informações: (11) 3069-6960, emails tabagismo grea@gmail.com e cljover@terra.com.br.

• Cursos para 3ª idade

A Estação Ciência da Universidade de São Paulo (USP) abre inscrições para aulas gratuitas de xadrez, teatro e computação para a terceira idade (maiores de 60 anos). A iniciativa é parte do programa Universidade Aberta à Terceira Idade, da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP. A oficina de xadrez procura oferecer noções básicas e aperfeiçoamento sobre o xadrez. Acontece entre 15 a 18 de setembro, das 15h às 17h. O programa Clicar na terceira idade ensina os primeiros passos e aperfeiçoa o uso do computador e Internet. Acontece de 8 a 11 de setembro, das 9h às 12h. Quem se inscrever no projeto Só com Experiência apresentará a peça “Sonho de uma noite de verão”, de William Shakespeare. As aulas acontecem às quartas-feiras, das 14h às 17h. Interessados podem se inscrever pelo telefone (11) 3675-8828 ou e-mail eventos@eciencia.usp.br.

• “Alô Vida”

O “Alô Vida”, serviço telefônico de escuta e encaminhamento para casos de violência contra crianças e adolescentes, atende passa a atender gratuitamente pelo telefone 0800-970-11-70. O serviço visa orientar usuários e direcioná-los a unidades médicas e ocupacionais em casos de deficiência, abuso contra criança e adolescente, além de orientar famílias interessadas ou envolvidas em processos de adoção. Criado em 2004, pela Fundação Orsa, o Alô Vida tornou-se, no início deste ano, um serviço realizado em parceria com a Secretaria Estadual de Assistência e Desenvolvimento Social (Seads).

• Vida 2

O atendimento é feito diariamente, das 8h30 às 17h30, por profissionais qualificados para atender tanto crianças e adolescentes quanto pais, profissionais e comunidade em geral, sempre de modo sigiloso. As orientações são dadas de acordo com a demanda de cada caso, tendo como base as informações contidas em um banco de dados exclusivo com o cadastro de diversos serviços.

• Cai o uso de chupetas

Levantamento do Ministério da Saúde mostra que, entre 1999 e 2008, houve redução expressiva do uso de chupeta em crianças menores de 12 meses. Em 1999, 57,7% dos bebês menores de 12 meses usavam chupeta no País. No ano passado, esse percentual caiu para 42,6%, uma variação de 15,1%. O estudo levou em consideração as 27 capitais e outros 239 municípios, o que somou informações de aproximadamente 118 mil crianças.

• Todas as regiões

A queda no uso de chupetas foi percebida em todas as regiões. Maceió foi a capital que apresentou a maior redução no uso de chupeta (20 pontos percentuais). Na região Norte, apenas 25,5% das crianças menores de 12 meses usam chupeta. A região Sul possui o maior índice com 50,6%. Esses e outros dados fazem parte da II Pesquisa de Prevalência do Aleitamento Materno nas Capitais Brasileiras e DF (PPAM), divulgada durante a Semana Mundial de Amamentação (veja outros dados do estudo, relacionados à amamentação, no Portal Saúde www.saude.gov.br) .

• Ministério da Saúde não recomenda

O Ministério da Saúde não recomenda o uso de chupeta nem de mamadeira. “Existe uma associação entre o uso de chupeta e mamadeira e a duração do aleitamento materno. A Região Norte, onde mais se amamenta no Brasil (média de 434,81 dias), apresenta menor prevalência do uso de chupeta e mamadeira”, explica Elsa Giugliani, coordenadora da Área Técnica de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério da Saúde. São considerados “bicos artificiais” tanto as mamadeiras quanto as chupetas. Na pesquisa de 2008, verificou-se que, para o total das crianças menores de 12 meses analisadas, foi freqüente também o uso de mamadeira (58,4%). O uso de mamadeira foi mais registrado na região Sudeste (63,8%) e menos freqüente na região Norte (50,0%). Foi a primeira vez que o dado, uso de mamadeira, foi analisado pelo Ministério da Saúde.

• Diferenças

Tanto para chupeta quanto para mamadeira, as diferenças entre as regiões Norte e Sul/Sudeste são prioritariamente culturais. Por exemplo, no Norte, há uma presença mais forte de populações indígenas. Na região Sul e Sudeste, a pressão do mercado de trabalho exige que a mulher fique mais distante do filho. Além disso, aspectos da vida moderna, como o trânsito e a distância entre o trabalho e a casa, distanciam a mulher do bebê e do aleitamento exclusivo por seis meses, o que o Ministério da Saúde preconiza.

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