• Pequenos negócios
A lei geral das micro e pequenas empresas será o destaque na sessão de hoje da Câmara Municipal. Os vereadores podem aprovar a matéria que agiliza o processo de abertura de novas empresas e estimula a formalização dos pequenos negócios no município. No mesmo projeto, os parlamentares votarão também o estatuto do microempreendedor individual (MEI).
• Grandes estímulos
As empresas de pequeno porte (EPPs) e as microempresas (MEs) terão vários estímulos com a lei. Entre as vantagens está prevista a redução da contribuição previdenciária dos autônomos e dos sócios e titulares de empresas com faturamento anual de até R$ 36 mil.
• Acesso a licitações
Além disso, caso a lei seja aprovada, a administração municipal poderá realizar processo licitatório apenas com as microempresas e empresas de pequeno porte nas contratações cujo valor seja de até R$ 80 mil. A maior parte das empresas de Bauru é de pequeno porte.
• Enfim, algo real
Trata-se, portanto, de um projeto de lei de importância por seu impacto na economia e abrangência. Quem acompanha as atividades da Câmara Municipal de Bauru já estava com saudades de um projeto de maior envergadura. Os vereadores não podem legislar sobre matéria econômica, mas o Poder Executivo pode.
• Nova namorada?
O prefeito Rodrigo Agostinho (PMDB) aguçou a curiosidade geral em visita que fez à Fazendinha JC, no sábado. Ele chegou acompanhado da bela Karina Garcia. A pergunta que não quis calar, mas que ninguém ousou fazer diretamente a ele, foi: nova namorada?
• Varrição equivocada
Um e-mail recebido pela coluna, assinada por uma pessoa que se denominou “Cidadão de Bauru”, reclama da “varrição” das calçadas em frente à Cohab, feita pela própria empresa, segundo ele com mangueira e água escorrendo à vontade. “Como pode uma empresa municipal dar este exemplo?”, critica.
• Consciência avança
Certamente o presidente da empresa, Gasparini Júnior, tomará providências para que isso não mais ocorra. Ainda falta muito em termos de conscientização na cidade e no País quanto à economia de água e preservação ambiental em geral. Mas os cidadãos já se manifestam, como neste caso.
• Manifestação paga
Sindicalistas de Brasília inventaram um método prático de fazer protestos sem precisar deslocar manifestantes do resto do país ou de convencer ninguém sobre a causa a ser defendida. Criaram o manifestante profissional. Com R$ 40 por cabeça, é possível reunir até duas mil pessoas na Esplanada dos Ministérios, para defender ou atacar qualquer coisa.
• Causa de R$ 80 mil
Uma das maiores especialistas no novo método de manifestação sob encomenda é a Nova Central Sindical. Por R$ 80 mil, a nova entidade conseguiu, em duas oportunidades, mobilizar pessoas por algumas horas em defesa de “suas causas”.