Em busca da boa qualidade das previsões meteorológicas, a Duke Energy investiu em sistemas de previsão. Mantém uma rede de telemetria onde os dados são coletados e transmitidos via satélite. São 23 postos de coleta de chuva e 14, com medição de vazão. “As medições são feitas de hora em hora ao longo de toda a bacia. Integrado a esse sistema, a gente possui um modelo de previsão de chuva/vazão, a partir das informações da quantidade de chuva que se tem na bacia. Essas informações nos possibilita otimizar o uso da água em cada um dos nossos reservatórios. O modelo calcula a quantidade de água que está chegando nos reservatórios”, explica Fakaguchi.
Os institutos de pesquisas meteorológicas são outras ferramentas usadas pela companhia para tentar prever o que o tempo reserva. “Previsões feitas para 48 horas são as mais certeiras.”