Esportes

Informal

Por Orlando Duarte | Colaborou: Jairo Giovenardi
| Tempo de leitura: 2 min

Segunda pele

Liedson acertou ao defender, a partir de agora, a seleção portuguesa de futebol. O jogador, que sempre foi goleador, mas nunca foi convocado para a seleção brasileira, aceitou o convite de Portugal e, quem sabe, já foi convocado pela primeira vez para as Eliminatórias.

Com isso, Liedson poderá, também, realizar um sonho: disputar uma Copa do Mundo, mesmo que seja por Portugal e não pelo Brasil, país onde nasceu. O mais importante nisso é o que sempre digo nesses casos. Se um jogador não serve para um país e onde ele atua é útil e o querem, nada mais justo que ele se naturalizar para defender a seleção e representar o país em competições oficiais.

É assim com Liedson e foi assim com Pepe e Deco em Portugal, com Roger na Polônia, Kuranyi na Alemanha, Oliveira, na Bélgica, Marcos Senna na Espanha, entre outros. Agora, o Brasil é que deverá se preocupar com o bom posicionamento e o faro de gol do atacante ex-Corinthians, Coritiba e Flamengo. Se houver um encontro, amistoso ou valendo pelo Mundial, nossos defensores terão de se preocupar com Liedson, artilheiro nato, desprezado no Brasil e prestigiado em Portugal.

Disputado

Edno não sabe se permanecerá na Portuguesa. Diversos times do Brasil querem contar com um dos destaques da Lusa. Uma coisa é certa: o jogador não quer ficar no Canindé e resta saber, agora, qual será seu destino.

Leilão?

Se depender de André Sanches, o Corinthians não aceitará Fernandinho. Segundo o presidente alvinegro, o jogador esperou outras propostas para depois dizer “sim”. Entendo a postura de Andrés e não discordo dele, até porque, o futebol está cheio de empresários, dispostos a “leiloar” atletas.

Mundial

Temos muitas esperanças no Mundial de Judô, e tenho certeza que nossos atletas representarão nosso país com muita garra.

Sorte

Essa é a palavra que melhor define a classificação do Fluminense na Copa Sul-Americana, diante do Flamengo, já que ambos se enfrentaram duas vezes no Maracanã e o critério de desempate colocou o tricolor na próxima fase.

Dureza

Apesar da vaga, o Fluminense estava pedindo para sofrer um gol, mesmo nos minutos finais de jogo e mesmo com dois jogadores a mais. Chega a ser absurdo o fato de um atleta estar praticamente na grande área, campo de ataque, e voltar a bola para o campo de defesa. Jogo se ganha com gols e vontade de vencer. E, para o Flu, a Sul-Americana serve para “salvar” o ano do clube, que luta desesperadamente contra o rebaixamento.

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