Sabe-se que ainda hoje, no Brasil, em pleno século XXI, resistem alguns monarcas, essencialmente em alguns estados do nordeste brasileiro. Clãs que dominam seu latifúndio há décadas, atravancando as várias possibilidades de desenvolvimento regional, beneficiando somente a eles e seus ‘concubinos’, levando, assim, ao encarecimento da sociedade local, tanto financeira quanto moralmente. Percebe-se a ilusão dos que assim vivem, com o desconhecimento de sua cidadania e de seus direitos, com sua “ignorância” gerada pelos seus eleitos, que no mínimo deveriam retirar as “tapas” de sua face, para que pudessem apenas ver o sol brilhar radiante.
Monarcas esses multifacetados, senadores, corruptos, “coronéis”, senhores-de-engenho etc. De roupa? É claro que não. Muitos, inclusive, já até foram governantes desta nação, neoliberalistas insanos. Derrubou-se em tempos passados Dom Pedro, mas esqueceram-se, no entanto, dos barões de Dom Pedro. Precisamos resgatar os mesmos ideais que derrubaram a monarquia, no século XIX. Para libertar o “gigante” nacional que está adormecido nas fileiras da sociedade. Você deve estar se perguntando: mas são monarcas? Reafirmo que sim, pois alguns até castelo constroem.
Guilherme Viega Francisco - estudante