É questão de tempo para que a lei sofra alterações. Essa é a opinião de dois administradores de condomínios que atuam no mercado em Bauru. A opinião deles é compartilhada por Leilane Figueiredo Strongren, diretora da Área de Condomínios do Sindicato da Habitação (Secovi) em Bauru.
De acordo com ela, a lei deverá sofrer em breve adaptações para que possa melhorar sua abrangência sem prejudicar ninguém.
O gerente-geral de uma empresa responsável pela administração de quase 100 condomínios em Bauru, Luís Antônio Ruiz, o Totonho, acredita que as dúvidas são muitas e o governo deverá fazer mesmo essas adaptações para que haja uma esclarecimento maior.
“Na verdade, nós não tivemos problemas ainda, mas à medida em que os problemas surgirem, haverá também uma pressão para que a lei sofra uma adequação”, diz.
José Botelho de Figueiredo, presidente de outra empresa, também acredita que mudanças irão acontecer na lei. De acordo com ele, tudo ainda é muito novo, mas nada nasce perfeito e mudanças na lei serão necessárias para que ela funcione como realmente deve. “Adaptações servem para fazer com que algo funcione bem, cumpra o seu papel”, afirma.
Leilane Strongren também acredita que a lei deva ser alterada no que tange aos condomínios. “Em nenhum momento o Secovi é conta a lei, mas ainda precisam ser readaptadas uma série de coisas”, afirma.