Numa Vara da Fazenda, no Interior de São Paulo, o perito era coronel do Exército e o juiz, Plínio Gomes Barbosa, não sabia. Houve discussão, o coronel começou a gritar, o juiz bateu a mão na mesa:
- Se o senhor continuar nesse tom, ponho-o daqui para fora.
- Não saio, não. Sou coronel do Exército.
- Então, quem se retira sou eu, que sou reservista de 3.ª categoria.
- E deixou o coronel sozinho.
Texto extraído do livro “Folclore Político”, de Sebastião Nery