Economia & Negócios

CPFL rebate reclamação de sindicato

Da Redação
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Conforme publicado na edição de ontem do JC, dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores Energéticos do Estado de São Paulo (Sinergia) em Bauru procuraram a reportagem para questionar atitude tomada pela CPFL Paulista ao, na afirmação de dois sindicalistas, dificultar a atuação de um fiscal da Subdelegacia do Trabalho, órgão vinculado ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Agora, a empresa questiona a reclamação feita pelos dirigentes.

Segundo Éverton Rodrigues de Matos e Ailton Ricardo da Cruz, do Sinergia, na última sexta-feira foi iniciada uma fiscalização na empresa atendendo a um pedido do sindicato protocolado na Subdelegacia. Na ocasião, segundo Matos, duas autuações chegaram a ser feitas referentes à extrapolação da jornada normal de trabalho de um grupo de funcionários.

Anteontem, ao dar continuidade à fiscalização, foi permitida a entrada somente do auditor fiscal, e os sindicalistas foram barrados. Diante disso, o fiscal desistiu de entrar na empresa e os dirigentes do sindicato questionam o motivo de terem sido barrados.

Em nota enviada ontem ao JC, a CPFL Paulista informa que apresentará defesa administrativa em relação às duas autuações lavradas na sexta-feira.

“Em relação ao trabalho do auditor fiscal, o seu acesso sempre esteve liberado e jamais foi impedido de exercer suas funções nas instalações localizadas em Bauru e nas demais cidades da região. Foram impedidos de entrar nas dependências da CPFL apenas pessoas estranhas ao corpo funcional e que não pertenciam à Delegacia do Trabalho. A atitude do auditor fiscal de querer forçar a entrada dessas pessoas está sendo questionada pela empresa junto à Superintendência Regional do Trabalho”, segundo consta em nota oficial enviada ontem pela empresa ao Jornal da Cidade.

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