Interditado desde o dia 21 de agosto para reforma do telhado, o Poupatempo de Bauru ainda não está em obras. E não há data prevista para os trabalhos começarem. A assessoria de imprensa do órgão atribui a demora no início dos serviços à necessidade de ter em mãos projeto sobre o quê e como consertar e com quais materiais.
Este projeto, de acordo com a assessoria de imprensa do Poupatempo, está sendo feito pela Fundação para Pesquisa Ambiental (Fupam), entidade ligada à área de Arquitetura, Urbanismo e Meio Ambiente conveniada à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU/USP). Antes da conclusão deste estudo, que também não tem data prevista para acabar, a assessoria de comunicação informou que é impossível definir datas e valor da obra.
O prédio do Poupatempo, de mais de 70 anos, foi interditado no dia 21 de agosto para a recuperação do telhado. Parte dos serviços que funcionam no imóvel retornou para os órgãos de origem, outra está funcionando no pátio do próprio Poupatempo e alguns estão sendo realizados na unidade móvel do órgão, estacionado em frente ao prédio.
A previsão inicial é que em seis meses o imóvel possa ser totalmente ocupado outra vez. Quando o Poupatempo foi inaugurado há três anos, foram investidos cerca de R$ 10 milhões somente em obras. Por conta da interdição, o acesso aos serviços na área adaptada no pátio é feito por um portão no lado direito da antiga entrada. O Poupatempo fica na av. Nações Unidas, 4-44 (esquina com rua Inconfidência).