Política

Conseqüências da crise

Lígia Ligabue
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Conselhos

De acordo com informações apuradas pelo Jornal da Cidade, o Conselho Administrativo da Associação Hospitalar de Bauru não tem mais poder de atuação e será dissolvido. Já o Conselho Fiscal deverá ser mantido.

Ação reparatória

O promotor das fundações, José Carlos Carneiro de Oliveira, ressalta que ainda não está descartada a possibilidade de ser ajuizada uma ação civil pública contra atos de improbidade na Associação Hospitalar de Bauru (AHB) e também ações reparatórias à entidade em relação aos prejuízos causados. “Orientamos ao interventor para que providencie as ações reparatórias dos prejuízos, quando o momento for adequado”, diz Carneiro.

Extinção da AHB

José Carlos Carneiro de Oliveira, promotor das fundações do Ministério Público, informou ao Jornal da Cidade que os subsídios reunidos eram suficientes para que ele entrasse com uma ação civil pública pedindo para extingüir a Associação Hospitalar de Bauru. Mas, ele destaca que tomou a decisão de buscar a regularização da entidade por entender que essa medida poderia trazer prejuízos aos pacientes usuários do Sistema Único de Saúde (SUS), funcionários da AHB e fornecedores que vendem produtos para a associação.

Quebra de sigilo

Na ação civil pública que ajuizou, além da destituição e afastamento da diretoria da Associação Hospitalar de Bauru e nomeação de um interventor para a entidade, o promotor das fundações, José Carlos Carneiro de Oliveira, também solicitou a quebra de sigilo bancário, fiscal e patrimonial dos envolvidos. De acordo com informações obtidas pelo Jornal da Cidade, o pedido do promotor foi deferido no final da tarde de ontem. Teriam tido a quebra de sigilo bancário, fiscal e patrimonial autorizada Maria Lúcia Lopes Saab, Marcelo Saab, Joseph Saab e Vladmir Scarpp.

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