O estudante de direito Pedro Valentim protocolou na última quinta-feira duas representações contra o vereador Amarildo de Oliveira (PPS) por prevaricação e omissão, na Polícia Federal, e de decoro parlamentar e improbidade, no Ministério Público Estadual. Segundo ele, o parlamentar teria dito que havia recebido as informações contra a diretoria da Associação Hospitalar de Bauru (AHB), mas não tinha meios para investigar, sem explicar suas razões.
“Baseado nisso, protocolei as representações. Amanhã (hoje), vou anexar aos pedidos o relato da técnica de enfermagem, que só reforçam as denúncias. Os ex-vereadores João Parreira e Benedito da Silva, o Benê, entraram nos pedidos como testemunha. O objetivo é investigar por quê esse agente público não tomou providências em relação ao assunto”, disse.
O pepista rebateu a acusação de Valentim. “Polícia Federal estava com isso em apuração. Não é atribuição da Câmara. A Casa tem que cobrar, foi o que eu fiz. Falei na Tribuna que estava havendo perseguição contra funcionário. Fiz a minha parte como vereador. Tem que entender que o Legislativo tem o seu teto de ação. A minha parte eu fiz.”