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Bertin registra crescimento de 9% da sua receita bruta

Da Redação
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Lins - A Bertin S.A. anuncia que os principais indicadores financeiros registraram evolução significativa no terceiro trimestre de 2009, na comparação com os resultados obtidos no mesmo período de 2008. O Ebitda - que revela o lucro antes da incidência de juros, impostos, depreciações e amortizações - aumentou 52,4%, indo de R$ 99,4 milhões para R$ 151,6 milhões. O grupo iniciou suas atividades em Lins (102 quilômetros de Bauru), mas hoje tem 35 industriais espalhadas no País.

Os resultados positivos não tiveram influência na fusão anunciada entre Bertim e JBS (Friboi) que adquiriu um abatedouro norte-americano. O acordo firmado em setembro ainda está em fase de aprovação pelos órgãos reguladores nacionais e internacionais.

A medida prevê a unificação das operações das empresas com foco no negócio de carnes e seus derivados. A formação do novo grupo empresarial fará com que as companhias tornem-se líderes mundiais de proteína animal – incluindo carne bovina, frango e suínos.

A receita bruta atingiu o montante de R$ 2,115 bilhões, número que demonstra um crescimento de 9%, segundo a empresa. Já a receita líquida da Bertin totalizou R$ 1,838 bilhão, ou seja, incremento de 7,8% em relação ao mesmo trimestre de 2008.

Outro destaque do intervalo entre julho a setembro foi o caixa da empresa que, no fechamento do período encontrava-se na posição de R$ 1,528 bilhão, o que garante liquidez frente às obrigações de curto prazo.

Carnes e lácteos, as duas principais divisões da companhia, cresceram 16,2% em receita líquida. Na divisão de lácteos, o volume de produtos vendidos aumentou 14,7% em relação ao terceiro trimestre de 2008.

O volume de abate do terceiro trimestre de 2009 registrou 860,0 mil cabeças, um incremento de 12,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Esse crescimento se deve à entrada em operação de novas unidades frigoríficas.

A empresa obteve ganhos de share em países localizados na América Latina, África, Ásia e Europa. Os mais significativos foram Chile (39%), Angola (26%), Oriente Médio (16%), Ásia (12%). A conquista desses novos mercados se deu por meio de parcerias com os principais distribuidores e varejistas locais e também pela consolidação de filiais internacionais.

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