Governar, eis aí a função primária daqueles que recebem de todos os cidadão que, iludidos pela falsa idéia de que dirigindo-se de sua casa até a sua seção eleitoral onde estão inscritos, acreditam veementemente estarem contribuindo para a melhoria do país onde moram. Tudo muito bonito, porém impossível de ser considerado como tal em se tratando da tão maltratada e desrespeitada pátria Brasil.
Mas vamos ao que interessa.
O referido artigo tem por objetivo demonstrar a insatisfação e perplexidade minha e de todos que diuturnamente lutam com grandes dificuldades para garantir a sua sobrevivência e de todos os seus e são constantemente assaltados tanto no que se refere à onda de crimes que assolam as ruas como também por aqueles que deveriam exercer os cargos aos quais ocupam de forma honesta e transparente, mas infelizmente as coisas não são como deveriam e como todos gostariam que fosse.
O mais recente caso de corrupção envolvendo mais um membro da classe política, mais precisamente o governador do Distrito Federal senhor José Roberto Arruda que, em troca de, digamos assim, financiar suas campanhas políticas recebia propinas de outros e as escondia nos lugares mais impróprios e impensáveis por ninguém, o chamado Propinoduto.
Escondem o dinheiro advindo de atos de corrupção nas cuecas, bolsos de ternos muito bem cortados e comprados com essa riqueza que é nossa e que somos submetidos diariamente a cargas escorchantes de tributos, os recolhemos mas não recebemos a contrapartida daquilo que pagamos.
O grande problema não são os impostos pagos pelo povo e sim a destinação que é dada a este montante. Fazem-se necessárias formulações de dispositivos legais eficientes (rápidos) e eficazes (que realmente punam os culpados).
Tal como o estudante que rascunha o seu trabalho e depois dá o acabamento final, urge que passemos o nosso país a limpo.
É necessário também uma atentação maior do Presidente da República. São necessárias mais leis e leis mais rígidas no que se refere à punição dos envolvidos no presente caso e que estes sejam realmente castigados e não sejam contemplados com quaisquer espécie de benefícios ou regalias.
Espera-se uma punição exemplar aos envolvidos e assim que estes possam receber um castigo à altura de seus atos ilícitos e que em momento algum sejam contemplados com quaisquer beneficios ou agrados que visem tão somente propiciar a possibilidade a eles a chance de praticarem mais atos ilícitos e assim desta forma, contarem com a certeza da impunidade, pois é esta que é combustível para continuarem agindo de modo corrupto e se beneficiem no exercício da função para o qual foram escolhidos.
Portanto, espera-se a punição dos envolvidos e que eles realmente cumpram a sentença e sejam punidos com os rigores da lei e que esta seja imparcial e que os culpados sejm rresponsabilizados.
Rodrigo Cabello da Silva