Saúde

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• Brinquedos e saúde 1

Com a aproximação do Natal, as lojas de brinquedos ficam repletas de pais à procura do melhor presente para seus filhos. Mas é preciso ficar atento a algumas dicas na hora da compra. Brinquedos inadequados podem trazer sérios riscos à saúde das crianças. Por esse motivo a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo dá algumas recomendações para que os pais possam comprar brinquedos de forma adequada para cada idade. “Com respeito às regras básicas de segurança, é possível comprar o brinquedo dos sonhos das crianças sem colocar sua saúde em risco”, afirma Ricardo Tardelli, coordenador estadual de Saúde.

• Brinquedos e saúde 2

Entre as recomendações da Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo aos pais estão: brinquedos com ruídos excessivos podem causar sérios danos à audição; evite brinquedos com formas e cheiros que imitem alimentos; as crianças tendem a engoli-los; atenção aos brinquedos que possuem partes cortantes ou pontiagudas, que podem ocasionar ferimentos; em hipótese alguma adquira brinquedos compostos por substâncias tóxicas ou de fácil combustão; e verifique prazo de validade e condições de garantia do brinquedo.

• Brinquedos e saúde 3

Outras dicas da Secretaria do Estado da Saúde de São Paulo: atenção aos brinquedos que possam levar a sufocamento (cordas, balões ou peças muito pequenas); adquira o brinquedo de acordo com a faixa etária ou idade do seu filho, por lei, os fabricantes devem transmitir essa informação no rótulo; verifique se a embalagem do brinquedo possui informações sobre o fabricante (nome, CGC, endereço); evite brinquedos que possam ocasionar choque elétrico; e os brinquedos devem conter selo de segurança fornecido pelo IInstituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).

• Sem gripe e enfarte

A vacinação contra a gripe comum reduziu em 20% a mortalidade de idosos por enfarte na cidade de São Paulo, segundo o Incor. A explicação é que os efeitos da gripe, como desidratação, taquicardia, febre e processos inflamatórios, podem desencadear os problemas cardíacos.

• Dor leva à queda

Dois terços dos idosos sofrem de dores que podem aumentar o risco de quedas, segundo estudo do “Journal of the American Medical Association”. Em pesquisa, cientistas descobriram que os idosos que sofriam com dor crônica tinham 50% mais riscos de quedas.

• Exercícios e câncer de próstata 1

Apenas 15 minutos diários de exercícios físicos foram suficientes para reduzir a taxa de mortalidade em pacientes com câncer de próstata, aponta estudo apresentado em conferência da Associação de Fronteiras de Pesquisa em Câncer nos Estados Unidos, realizada na última semana em Houston. Os pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard avaliaram os níveis de atividade física de 2.686 pacientes, tanto antes como depois de terem sido diagnosticados com câncer. Pacientes com diagnóstico de metástase não foram incluídos no estudo. Homens que mantiveram três horas ou mais dos chamados equivalentes metabólicos por semana – que equivalem a correr, andar de bicicleta, nadar ou jogar tênis por meia hora por semana – apresentaram risco 35% menor de mortalidade geral do que os demais.

• Exercícios e câncer de próstata 2

Com relação a caminhadas, os pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard observaram que os pacientes que andaram mais de quatro horas por semana tiveram um risco 23% menor de mortalidade por qualquer causa quando comparados com os que andaram menos de 20 minutos por semana. Não foi apenas o tempo: a velocidade também contou bastante. Aqueles que andaram mais de 90 minutos em um ritmo normal para acelerado apresentaram risco de morte 51% menor do que aqueles que andaram menos e em ritmo menos intenso. Mas a caminhada não mostrou efeito específico na mortalidade por câncer de próstata. Entretanto, o cenário foi outro com exercícios mais vigorosos. Homens que mantiveram pelo menos cinco horas semanais de atividades físicas vigorosas tiveram redução no risco de mortalidade pela doença.

• Lei antifumo e fumantes 1

Pesquisa realizada pelo Instituto do Coração (InCor) do Hospital das Clínicas de São Paulo aponta que a lei antifumo, que entrou em vigor há quatro meses no Estado, ajuda a proteger até a saúde de pessoas que fumam, uma vez que elas não estão mais expostas à fumaça do cigarro em ambientes fechados de uso coletivo. Segundo a Secretaria da Saúde de São Paulo, o trabalho do InCor utilizou o monóxido de carbono como indicador de redução de risco de exposição ambiental à fumaça do cigarro. O nível médio de monóxido de carbono nos estabelecimentos caiu de 5 ppm para apenas 1 ppm.

• Lei antifumo e fumantes 2

Foram realizadas medições de monóxido de carbono em 710 estabelecimentos da capital paulista, entre bares, restaurantes e casas noturnas, em dois momentos: antes de a lei entrar em vigor e ao fim de três meses após o início da restrição, para avaliar as concentrações do poluente no ar dos ambientes, em garçons fumantes e em não-fumantes. Os resultados apontaram que o ar expelido por garçons fumantes, que apresentou nível médio de monóxido de carbono de 14 ppm (partes por milhão) antes da vigência da lei, passou para 9 ppm 12 semanas depois, o que representou redução de 35,7%. Para os garçons que não fumam, o impacto positivo foi ainda maior, passando de um índice de 7 ppm (equivalente ao de fumantes leves) para 3 ppm (nível de não-fumante).

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