“Se um dos motoristas fugiu, tento anotar uma placa. Se for um acidente grave, chamo o resgate. Acho que mesmo no nervosismo, conseguiria pedir ajuda”.
Angela Lobregate, 20 anos, estudante
“Chamaria o Samu. Tentaria me lembrar e anotar o número de uma placa, se alguém fugisse”.
Celso Ricardo Banhos, 32 anos, ajudante geral
“Acho que chamaria ajuda. O primeiro número de emergência que eu me lembro é o da Polícia Militar”.
Tatiane Horne, 20 anos, estudante
“Eu iria parar e ajudar no possível. Chamaria o regate e como sou treinado em primeiros socorros, caso fosse necessário, tentaria iniciar o salvamento”.
Guilherme Fabbro, 26 anos, comissário de voo