Fiquei muito triste ao ler que ainda existem pessoas em Bauru que (sobre) vivem em situações como esta. O mínimo que o ser humano deveria ter é alimentação, educação e saneamento básico.
Concordo com a líder comunitária Rose Lopes quando ela diz que aqui não é o Haiti. Podemos contribuir, sim, com causas internacionais, mas será que prestamos atenção no que ocorre à nossa volta? Não gostaria apenas de comentar, mas também ajudar de alguma forma. É possível?
Liana Carvalho