Que é formada pela imensa maioria de politicalhos, pois que político só com “lente de contato”, alguns deles sobressaíram cometendo, por não cumprir as leis relativas a construção de residências nas encostas, principalmente as constituídas de terra e com ligeiras “camadas” de rocha, segundo os geólogos de alto padrão, áreas especializadas do Corpo de Bombeiro, Defesa Civil etc., diria, que é há anos... Entretanto, ultimamente soube alhures que um dos últimos prefeitos, diga-se de passagem, tornando-se criminoso, cruel, boçal, à cata de votos, provoca nas encostas do Rio de Janeiro a maior catástrofe da história contemporânea e a esse bandido da melhor espécie sequer o nome é mencionado... canalha, pulha, demo que deveria estar abrindo estradas, trabalhos forçados - mesmo porque não é o que está aí denominada democracia que se traduz em quadrilhas e mais quadrilhas, cada uma em sua especialidade: bandidagem com requintes de ditadura ou bagunça e corrupção são sintomas de democracia? Mas que absurdo dos inacreditáveis absurdos da história da humanidade o fato em foco em si, pois não?
Outro fato pelo menos “curioso” é a outrora Ilha das Flores, onde iam cumprir pena os presos políticos, a exemplo do dr. Herondino Pereira (taxado de comuna como Luiz Carlos Prestes e tantos outros), portanto, o que é do meu conhecimento são terras da União... e como desde 1930, conforme os informes de vários órgãos da imprensa (a salvaguarda da real democracia), esses asiáticos já se encontravam lá, anos antes da 1.ª Guerra Mundial. Naturalmente prevendo a guerra! E as leis do nosso país? Ora, a lei!!! Já assoalhava o ex-ditador sr. Getúlio Dornelles Vargas. O que tange o gigantesco episódio ceifando vidas realmente só tenho a lamentar profundamente: ponderemos que a essência de tudo iniciou (há anos) partindo de um canalha, lamentando não saber o nome e nesse particular dos órgãos “brancos”, “limpos” da nossa aguerrida forja de valorosos escribas, a eles os meus encômios.
Escusas pela maneira (involuntária) levou-me a escrever mesmo num balcão de uma agência de correios local.
Arthur Monteiro De Carvalho Netto - jornalista