A escola de samba Coroa Imperial da Grande Cidade, do Núcleo Geisel, ainda não tem nada definido para o Carnaval deste ano. Mas o presidente da agremiação, Avelino de Souza, disse na quinta-feira passada que estava fazendo levantamento do que será preciso para desfilar e fazendo contatos para colocar a escola na avenida.
Ele também aguarda a definição de quanto de dinheiro a Prefeitura vai liberar. “Estão falando em R$ 15 mil, mas esse valor não dá nem para começar a organizar um carnaval”, reclama.
Ainda sem samba-enredo, sem projetos para fantasia, nem nomes definidos para mestre-sala e porta-bandeira, ele disse que vem procurando antigos integrantes da escolas e novos interessados tanto para desfilar quanto para a produção do Carnaval. “Precisamos de pessoal para produção, trabalhar no barracão, costureira, serralheiro, carpinteiro, eletricista”, enumera.
Outra dificuldade, reconhece Avelino, é colocar a bateria em ordem para o desfile. “Temos instrumentos, que estão guardados. Mas cerca de 30% precisam ser consertados. “A gente está correndo atrás para consertar, emprestar alguns”, conta. Sobre o prazo curto para o Carnaval, ele ressalta que a escola tem material guardado, de outros desfiles, que podem ser reaproveitados.
Os ensaios deverão ser no próprio Sambódromo. A expectativa dele é que a Coroa Imperial entre na avenida com pelo menos 140 integrantes e dois carros alegóricos, números exigidos pela Secretaria Municipal de Cultura.