Tribuna do Leitor

Dr. Francisco Arieta


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Neste dia 08/02, faz exatamente 1 ano desde que meu querido pai faleceu. Não existe uma palavra tão bonita, na língua portuguesa, como saudade, para expressar o que sentimos, toda a família e, tenho certeza, os amigos e clientes também. Mas, presto aqui uma homenagem a ele, não escrevendo sobre a grandeza de seu caráter e virtudes, mas sim sobre a lembrança de um lugar que ficou gravado em minha memória e que marcou, durante a infância e a adolescência, as férias de inúmeros bauruenses: a praia do Capricórnio, em Caraguatatuba. Estas lembranças me vieram à tona quando estive há alguns meses atrás, acompanhado de minha esposa, Cristina, naquele verdadeiro paraíso, para os que vivenciaram aquelas férias tão maravilhosas que passávamos no Capricórnio.

Fazendo uma caminhada pelas ruas, fui lembrando das inúmeras famílias bauruenses que lá possuíam suas casas de veraneio ou que estiveram presentes em tantos verões: dr. Nicola/Angela Gabriele (Igéia, Aline, Cíntia, Adriana, Francisco e Danilo); dr. Roberval/Myrian de Vuono (Flávio, Denise e Marise); dr.Renato Barban/Vera Galvão (Carmen Lígia, Eduardo, Suzana e Augusto); dr. Abrahim/Avani Dabus (Alberto, Eliane, Heloisa, Álvaro e André), dr.Jadyr/Sonia Gabriele, dr. Pernambuco/D.Chiquita (pais do dr.José Carlos/Maria Leila (Fernanda, Flávia, Roberta e José Carlos); dr.João Guedes, dr. Venâncio Guedes, dr. Homero/Evelina Velho (Paulo, Carlos, Sílvia e Jr.), o pessoal do sr. Alencar Carvalho (Isabel, Ana e Cais), o Toninho (Omnigráfica), as filhas da d. Angelina Bianconcini e tantos outros bauruenses.

Durante os pouquíssimos dias que lá estive, pude relembrar dos passeios, jogos e brincadeiras junto com os da minha faixa de idade, na época. Lembro de que d. Angela Gabriele “lotava” sua veraneio, com os menores, para nos levar até a praia Maranduba. Impressionante, ainda nos dias atuais, o “marzão” continua o mesmo, um verdadeiro spa contra o estresse. Não há como não relaxar apreciando aquela paisagem e mergulhando nas águas salgadas daquela praia. Meu pai, certa vez, comprou uma câmara de pneu de trator de terraplanagem que, cheia, era uma verdadeira barca, onde nos agarrávamos e ficávamos a enfrentar as ondas. Hoje, meu pai, fica aqui outra palavrinha mágica: obrigado por tudo isto.

Engenheiro Roberto Arieta

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