CAMPEÃO DE GRAND SLAM EM BAURU
Isso mesmo, segundo fontes da Confederação Brasileira de Tênis, o alagoano Tiago Fernandes, maior promessa do tênis brasileiro (desde que venceu o Grand Slam Australian Open-juvenil de 2010) deverá participar do IV JCNET TENNIS CUP, que será disputado entre os dias 10 a 18 de abril em Bauru. Por reconhecimento a tradição que Bauru tem no tênis em nível nacional e pelas boas organizações dos Futures realizados em nossa cidade anteriormente, o JCNET TENNIS CUP será o primeiro de uma série de Futures que acontecerão no Brasil em 2010. Por esse motivo, além de Tiago, certamente outros ótimos tenistas jogarão na etapa bauruense.
DUPLAS
Aqueles que desejam jogar o torneio de duplas “Copa Eletro Sem Limites”, que será disputado no BTC em dois finais de semana, com início previsto para o dia 19 de fevereiro, têm até o dia 15 para fazer a inscrição. A formação das duplas será feita pelos próprios jogadores, ou seja, cada um escolhe seu parceiro. As duplas serão divididas em grupos e prevalecerá o nível técnico do jogador mais forte da dupla. Um grupo feminino também será jogado. Inscrições: na secretaria do clube ou com os professores de tênis. Não sócios também podem participar.
BELLUCCI
Menos de uma semana após João Zwetch (técnico) declarar que seu pupilo Thomaz Bellucci estava cada vez mais perto de vencer um jogador “top” sua “profecia” se tornou realidade quando Bellucci venceu na semifinal do ATP 250 disputado em Santiago (CHI) o chileno Fernando Gonzalez (11 do mundo). Embalado com a ótima vitória, o brasileiro venceu também a final contra o argentino Juan Mônaco, conquistando pela segunda vez na carreira um título de nível ATP. Com os pontos conquistados alcançou a posição de numero 28 do mundo. Pelo potencial e como vem jogando, Bellucci deve nos proporcionar mais surpresas, ainda nesse ano. Estamos torcendo.
GUGA
Mesmo já tendo se retirado do circuito profissional há algum tempo, os franceses continuam encontrando alguma maneira de ter a presença de Gustavo Kuerten durante a realização de Roland Garros. Dessa vez, o brasileiro é o convidado de honra da Federação Internacional de Tênis, que no dia 1o de junho oferece um jantar de gala em Paris, onde Guga será premiado com o Troféu Philippe Chatrier, maior honraria que um tenista pode receber. “Guga receberá o prêmio por seu mérito esportivo, seu trabalho filantrópico para pessoas deficientes e necessitadas, pelo seu envolvimento com a candidatura olímpica (Rio de Janeiro), enfim por todo seu exemplo”, disse Francisco Ricci Bitti, presidente da ITF.
PARA VENCER
Segundo o alemão Boris Becker (campeão seis vezes em Grand Slams), o que está faltando ao britânico Andy Murray (vice-campeão do Australian Open) para que finalmente vença um Grand Slam é ser orientado por alguém que já conquistou tais títulos. Para Becker é como escalar o Monte Everest orientado e acompanhado por alguém que já o fez anteriormente, pois poderá lhe passar como lidar com o ar rarefeito e todas as adversidades por possam vir a acontecer.
NADAL
Quando a fase é ruim parece que tudo acontece, inclusive os boatos maldosos. O espanhol Rafael Nadal vem sofrendo com contusões nos joelhos que estão cada vez mais frequentes. Agora estão dizendo que ele e seu tio e técnico Toni Nadal andam se “estranhando” e já não estão falando mais a mesma língua. Imediatamente, Toni tratou de desmentir e disse que não há conflito entre eles e sim que, às vezes, diz algo que Rafael não gosta, mas nada, além disso.
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DICA
Nunca lhe aconteceu de cometer poucos erros de bolas fáceis e mesmo assim sair derrotado? Se sim, pode ser que: apesar de errar pouco, a maioria de suas bolas foi de pouca profundidade, ou seja, pingaram pouco além da rede. De nada adianta não errar se a bola cai sempre dentro da área de saque. Ao receber uma bola curta o adversário terá a possibilidade de tentar uma bola angulada ou mesmo um “winner” (bola vencedora). Mantendo a bola depois da linha do “T” (saque), seu adversário terá menos chances de lhe atacar e mais possibilidades de errar. Mandamos a bola curta geralmente porque ao tocarmos com a raquete na bola imediatamente interrompemos o movimento e isso geralmente acontece por não dominarmos a técnica correta de sua execução ou porque simplesmente temos medo de mandar a bola pra fora (além da linha do fundo). Sempre é bom lembrar: a quadra é muito grande e a bola só vai pra fora (no fundo) quando a deixamos cair muito para então goleá-la. Quando a bola passa quase que rente à rede e reta (sem estar subindo), mesmo que forte, as chances de que vá pra fora são mínimas.
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CURIOSIDADE
Em uma de suas participações no ATP de Stuttgart (ALE), o brasileiro Marcelo Melo pôde presenciar uma situação no mínimo engraçada. Melo conta que durante o jantar oferecido (pelos organizadores) aos jogadores sentou-se ao lado do russo Nikolay Davydenko e passaram a conversar. Em determinado momento foram interrompidos por um dos patrocinadores do evento que estava do outro lado da mesa, que perguntou ao Davydenko se ele era alemão, o russo fechando a cara respondeu que não. Instantes depois, essa mesma pessoa vira e pergunta para o russo se ele era jogador. Davydenko com a cara mais fechada ainda respondeu que era apenas um turista. Passado 10 minutos começaram a passar um vídeo sobre o torneio em um imenso telão. Melo conta que na maioria das cenas aparecia Davydenko, já que era o principal jogador do torneio. No final, o patrocinador (desinformado) levantou-se e muito sem graça lhe pediu desculpas. História contada pelo próprio Melo em seu blog.