Após inúmeros meses de poeira, terra vermelha, tratores, caminhões, escavadeiras, fomos agraciados pelo citado condomínio com uma praça em frente ao mesmo... Alegria esta que durou poucas semanas, pois o que seria um local para nossos filhos, pais e famílias curtirem os finais de semana, pois somos trabalhadores que pagamos nossos impostos em dia (e que impostos), transformou-se em “praça de guerra’. Onde o tráfico de drogas, motos e carros em rachas e velocidades altíssimas, na contramão, pois alguns quarteirões da rua Rio Branco são mão única, com sons ensurdecedores nas madrugadas, além do excesso de bebidas alcoólicas, contabilizadas pelo número de garrafas e latas deixadas após a diversão do jovens, tornou o citado local um verdadeiro inferno.
Talvez os caros leitores nos questionam o que estamos fazendo para estabelecer a ordem pública e nos informamos que como cidadãos civis coletamos assinaturas dos moradores com uma ação popular, filmamos os abusos praticados, fotografamos os muros pixados com as assinaturas dos autores, fomos às reuniões do Conseg, mas a até a presente data continuamos a nos sufocar em nossa residências nos finais de semana, sem uma definição da situação apresentada.
Acreditamos que Bauru ainda tenha pessoas no poder público interessadas em que o slogan de “cidade sem limites” permanece e que não seja alterado para cidade ‘sem governantes’ e que defender os interesses dos moradores aqui apresentados seja de responsabilidade dos órgãos competentes. Esperemos que estes acontecimentos seja solucionados urgentemente.
Moradores do Jardim Paulista, Estoril 5, Jardim América e adjacências