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Sofia, cidade coirmã

Renato Cardoso
| Tempo de leitura: 2 min

Na prática, a capital da Bulgária já é cidade coirmã de Bauru, por muitas ações iniciadas por Jurandyr Bueno Filho e Mauro Rasi e continuadas por muitos bauruenses, dentre  eles o padre Enedir, Irmã Elvira Milani  e outros. Por parte da Bulgária, contatos diários são mantidos com o embaixador do Brasil naquele país, dr. Paulo Américo Wolovisky, jornalista Maya Dascalova, que traduziu a peça Pérola para o búlgaro e por artistas geniais que já produziram um lindo vitral instalado para a USC e que estão trabalhando em outros mais, previstos pelo Arquiteto Jurandyr, para deixar ainda mais bela a nossa Paróquia Univer-sitária. A paixão dos coirmãos búlgaros por nossa cidade já é definida e definitiva. E-mails são trocados diariamente e, por parte deles, a questão de ser oficial o "status" de relacionamento muito estreito na prática só depende de iniciativa por parte da Câmara Municipal.

O vereador Moisés Rossi (PPS) está analisando como propor o projeto a respeito e o fará como complemento à homenagem que lindamente prestou ao arquiteto que nos deixou há um ano. É preciso que todos entendamos que a co-irmandade já é fato, restando apenas a oficialização, com definição de itens de parcerias que vão da presença de estudantes búlgaros aqui permanecendo por certo período, com bauruenses tendo a mesma condição naquele país tão distante, mas tão próximo carinhosamente falando, e outras formas.

A parceria tem tudo para ter status de lançamento pelo lado artístico e cultural.Já temos uma jornalista búlgara que residiu por anos no Rio de Janeiro e hoje de volta a Sofia e que foi amiga de Mauro Rasi, Jurandyr Bueno Filho e muitos outros bauruenses, que não perdem contato conosco, por nada. Ela poderia ser a avalista” da proposta por aquele País, com pleno apoio declarado por parte do Sr. embaixador, que já demonstrou interesse e alta disposição à realização daquilo que por enquanto está em forma de sonho.

Em troca de e-mails, já definimos a vinda dos búlgaros a Bauru, restando apenas acomodação de agendas. 

Fica, portanto, a proposta para que nosso Legislativo analise o ensaio com muito carinho e que tenhamos muitas cidades coirmãs, pois afinal o mundo ficou pequeno, experiências em todos sentidos não podem nem devem mais ficar restrita ao local de residência e parcerias internacionais devem ser encaradas como ação de desenvolvimento sustentável, com abertura de novos mercados, novas oportunidades aos jovens, artistas, terceira idade, profissionais de todas as áreas, empresários e muitos outros mais. Temos muita coisa lá que não temos aqui, e vice-versa.

O autor, Renato Cardoso, é publicitário e web scripter

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