Somar três pontos rumo à vice-liderança, quebrar a invencibilidade do líder do campeonato, voltar a ganhar em casa e se recuperar da derrota na última rodada são os objetivos do Noroeste quando a bola rolar, hoje, contra o União São João. A partida será às 17h, no Alfredo de Castilho e é válida pela nona rodada da Série A-2. O técnico Amauri Knevitz definiu pela estreia do lateral-direito Carlinhos Capixaba. O zagueiro Bonfim reassume sua posição de titular na zaga, para a saída de Samuel. O atacante Adílson Souza entra no lugar de Edenílson.
Knevitz disse, ontem, que o jogo contra o líder é de xadrez: “É jogo de poucos erros.” O técnico alerta para o perigo de erros de passe que prejudicam a posse de bola, principal qualidade de um time que quer vencer. “A gente tendo a posse de bola, com certeza irá ter um volume de jogo maior e a chance de vitória aumenta”, define.
Antes do rachão de ontem, Knevitz fez um treino tático apenas com a equipe que pretende mandar a campo para posicionar cada peça em um esquema tático de saída rápida, girando a bola em velocidade no chão e chegando pelos flancos. O time que deverá iniciar contra o União São João é Yuri; Carlinhos Capixaba, Bonfim, Geílson e Roque; Negreti, Júlio César, Almir Dias e Doda; Rafael Aidar e Adílson Souza.
Além das entradas de Capixaba, Bonfim e Adílson, retornam à equipe o lateral-esquerdo Roque, o meia Almir Dias e o volante Júlio César. Esse trio fez falta na derrota da última partida por 2 a 0 contra o São Bento, em Sorocaba.
Knevitz juntou Doda, Rafael Aidar e Adílson Souza para uma longa conversa com seu tripé de ataque, incumbido de se acertar durante a partida, já que jogaram juntos apenas parte do treino de anteontem, quando o centroavante Edenílson sentiu a coxa direita e saiu chorando.
Knevitz definiu que o time atuará com dois atacantes – Rafael Aidar e Adílson Souza – imprimindo mais velocidade a um ataque muito rápido e leve. O alerta no bate-papo do comandante Alvirrubro para o seu trio de atacantes é não deixar o time viver dependente de contra-ataques. “A bola tem que chegar na frente e ficar. Essa tem sido a tônica da conversa nossa com eles. Muito mais do que com treinos”, revela.