São Paulo - O Carnaval de São Paulo começou na noite de sexta com muita nudez e erotismo - e sem chuva. As duas primeiras escolas do Grupo Especial apostaram em mulheres nuas e até encenação de sexo e beijo.
O principal alvoroço, logo no início da madrugada, foi causado pela Leandro de Itaquera, segunda a desfilar. Em seu abre-alas, esculturas simulavam uma cena de sexo e 25 casais sarados trocavam beijos e amassos.
As mulheres, com lingerie vermelha. Os homens, com sunga branca ou vermelha. Exatamente as duas cores que eram tema do enredo.
O carro alegórico era seguido por outra habitué dos ensaios de nudez - Sabrina Boing Boing, no papel de Eva, com seios e genitália pintados.
Antes da Leandro, a Imperador do Ipiranga entrou na passarela às 23h26 para falar da evolução da medicina. O “remédio” que mais chamou a atenção não estava no enredo nem no improviso dos acabamentos: seminua, a modelo Dani Sperle, no papel de musa grega. Tinha um pequeno tapa-sexo que ameaçava cair a cada sambadinha. Não deu outra. A alternativa foi cobrir-se com as mãos.
A modelo também ficou com os seios à mostra depois que decidiu abaixar a parte de cima do biquíni, que a machucava.