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Vice-prefeito de P. Alves rebate acusações de vereador

Da Redação
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Presidente Alves - Benedito Donizete da Silva, vice-prefeito de Presidente Alves (56 quilômetros de Bauru), procurou o JC para responder as acusações feitas pelo vereador Waldir Luiz Lamberti (PTB), o Badi, publicadas na última segunda-feira. O vereador critica o uso do carro oficial. Para Silva, Badi não está preocupado com a forma de utilização dos veículos que integram a frota da prefeitura, mas sim em perseguir o governo da prefeita Sandra Sclauzer (PT), atacando toda sua administração”.

Em nota enviada por meio da assessoria de imprensa, o vice-prefeito assegura que não há irregularidade no modo como os carros oficiais são utilizados. Para Silva, um vereador deve legislar em favor do bem comum, além de fiscalizar os atos do Poder Executivo para efetiva preservação da lei e da ordem. “Condutas como as adotadas por Badi referem a retaliações político-partidárias que não se prestam a outra coisa senão a finalidade de atacar, indevidamente, a atual administração”, afirma.

Caso

A polêmica teve início após o vereador Badi apresentar projeto de lei que pretende proibir a utilização de carros oficiais da prefeitura fora dos dias úteis, com exceção dos casos em que se comprove emergência. A proposta também quer acabar com o pernoite de veículos na residência de servidores municipais. As únicas exceções, por necessidade, seriam as ambulâncias e veículos similares.

O projeto também quer proibir o uso de carro oficial pelo vice-prefeito, que só estaria autorizado a se deslocar com carro da frota oficial quando estiver substituindo o chefe do Executivo legalmente. De acordo com Badi, ainda no ano de 2005, uma portaria municipal nomeou o vice-prefeito diretor do setor de compras da prefeitura. Entre suas atribuições, segundo Badi, estão a aquisição de peças de reposição e a execução de serviços de manutenção necessários à conservação da frota municipal.

Na opinião do parlamentar, a atual utilização dos veículos oficiais por parte de Silva denota mau uso do dinheiro público pelo fato de ser “impossível a realização de aquisições de peças de reposição, materiais e serviços aos finais de semana, durante a noite e madrugada, nem tampouco aos feriados”.

A denúncia pelo uso de veículos oficiais pelo vice-prefeito já está nas mãos do Ministério Público (MP). Em janeiro passado, o vereador protocolou representação no MP solicitando providências em relação ao caso.

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