Economia & Negócios

Apostadora suspeita de fraude

Tisa Moraes
| Tempo de leitura: 1 min

Em Bauru, a comerciante Solange Soares da Silva Paltanin também vive dias de transtorno desde que participou de um bolão, em janeiro deste ano. Ao realizar uma aposta para o concurso 1.147, oferecido pela própria lotérica, o operador lhe entregou um comprovante - que não é emitido através do sistema da Caixa – com o número 1.447.

Seja por erro de digitação ou má-fé, neste caso, por sorte, ela não ganhou o prêmio. Se tivesse sido contemplada, jamais conseguiria resgatar o valor devido em razão da discrepância no número do concurso. “Só depois, quando fui conferir o resultado, que percebi que o número do concurso não existia. Voltei na lotérica para tentar ver o comprovante original da aposta. Também fui na Caixa, que disse não ser responsável pelo bolão. Ninguém me deu uma resposta”, reclama.

Depois de tentar dialogar novamente com o proprietário do estabelecimento durante algumas semanas, agora Solange irá exigir judicialmente que a casa apresente o registro da aposta. “Quero saber se o jogo deixou de ser feito ou se houve um erro involuntário. Se tiver sido fraude, vou entrar com uma ação e pedir indenização por danos morais”, avisa.

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