Dos três reforços apresentados ontem – Cléverson, Júlio César e Marcelinho – apenas o atacante não vinha treinando com o grupo. Incorporado ao elenco desde quarta-feira – primeira atividade sob a batuta de Luciano Dias -, o meia Cléverson, de 26 anos, afirma estar em sintonia com o treinador. “Trabalhamos juntos no Guarani. Temos um bom relacionamento. Sei da confiança que ele tem em mim e do que posso também fazer para ajudar nesse jogo de sábado (hoje)”, antecipa. “Não podemos pensar diferente do que ir buscar uma vitória frente a nossa torcida”, considera o zagueiro Marcelinho, que vem do Barueri.
Revelado pelo Rio Branco de Americana e com boas passagens pelas categorias de base do São Paulo, Júlio César também se diz pronto para entrar em campo. “Estou bem fisicamente, vinha treinando e jogando. Estou a disposição do professor. No momento em que ele precisar estou pronto para atuar”, assegura o atacante, de 19 anos, cujos direitos federativos pertencem ao Tricolor Paulista que o emprestou recentemente ao Toledo, do Paraná.
Repatriado
De volta pra casa. Essa é a sensação que o zagueiro Marcelinho diz ter ao retornar para o time onde foi revelado, após mal sucedidas passagens por América de São José do Rio Preto e Barueri. “No América fiquei sem receber e depois encarei dois meses de desemprego, até assinar com o Barueri”, recorda. Contudo, avalia o zagueiro, a mudança da equipe da Grande São Paulo para Presidente Prudente foi prejudicial ao time. “Foi chato ter mudado. Aconteceu uma briga política muito grande”, atribui. “Vai ser prejudicial ao time”, acredita Marcelinho, otimista em conquistar um lugar ao sol no elenco alvirrubro. “Vou buscar meu espaço devagar”, almeja o jogador, que comemora o retorno. “É bom estar de volta ao time onde comecei, meu pai é noroestino doente”, comenta. “Quando recebi a proposta não pensei duas vezes”, empolga-se.