Havana - Desde a morte, na terça-feira, do prisioneiro político cubano Orlando Zapata Tamayo, após 85 dias em greve de fome, quatro outros presos políticos e um dissidente do regime recorreram ao mesmo meio de protesto contra o regime comunista, informou hoje a Comissão Cubana de Direitos Humanos.
Os quatro grevistas foram detidos durante a onda de repressão promovida pelo ex-ditador cubano Fidel Castro em 2003 e que resultou na prisão de 75 dissidentes, no episódio conhecido como a “primavera negra’’.
Diosdado González, 47, Eduardo Díaz, 58, Fidel Suárez, 49, e Nelson Molinet, 45, cumprem penas de 20 anos por supostamente servir ao governo dos EUA.