Tribuna do Leitor

VEREADOR SAKAI X PREFEITURA


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Não sou advogado da prefeitura, melhor, nem sou advogado, porém não dá pra ficar inerte ante à posição do vereador Pastor Sakai no caso de sua reclamação com a Secretaria do Ambiente quando pediu a cabeça do secretário Valcirley. Atemos aos fatos: o Pastor Sakai tem se mostrado um bom vereador e muito atento às reivindicações de seus eleitores que são na maioria residentes no bairro Nova Esperança e já conseguiu várias obras de relevadas importâncias para aquela comunidade. Só existe um “detalhezinho”: foram pedidos atendidos pela prefeitura e, na minha modesta porém atenciosa avaliação, foi o vereador mais agraciado até o presente momento. Tudo estaria normal não fosse a famosa palavra “ingratidão”, muito utilizada pelos políticos que sofrem momentaneamente de “pane mental”. Fico ainda mais triste e inconformado quando esta ingratidão vem de alguém que supostamente anda com a Bíblia na mão e simplesmente por “caprichinho, tipo filho único” pede a cabeça de um pai de família trabalhador sério, competente e que vem fazendo um bom trabalho, pois os números comprovam o que eu digo.

Pastor Sakai, às vezes um pai não pode comprar no momento um doce ou um carrinho elétrico por várias razões, mas se o filho tiver paciência vai ganhar o presente e mais, até um beijinho. Provavelmente o senhor não sabe as atribuições de um vereador, porém, vou lembrá-lo de uma: o senhor foi eleito pelo povo para votar o que é bom para a nossa cidade e não para usar o seu mandato para chantagear.

Pelo menos o que li nos jornais trata-se de chantagem e bem canalha, por sinal. “Senhora Ingratidão, apresento-lhe aqui seu fiel seguidor: Pastor Sakai, eu sei que a senhora está feliz pelo seu novo membro, novo, porém muito experiente na modalidade, pois já mostrou a que veio no episódio do servidor da Câmara Mauro”.

Por conhecer o Rodrigo e saber que é uma pessoa de bom coração, irá relevar a sua ingratidão, mas pense nos seus atos, pois a história não esquecerá. Termino dizendo que o vereador em referência usa muito o provérbio “Venha a nós o vosso reino”, mas tem “pane mental” na hora de “Seja feita a Vossa vontade”.

Rafael Santana de Lima

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