É extremamente gratificante ver que tanta gente, de todos os mais diversos backgrounds, hoje reconhece o grande homem, o verdadeiro sacerdote de sua profissão, o médico cuja empatia e verdadeiro amor ao próximo curou holisticamente a verdadeira origem do sofrimento físico encontrando-a na profundeza da alma de cada paciente e as gotinhas que prescrevia eram gotas infalíveis pois estavam sempre respaldadas por um amor sem limites e uma fé profunda que sempre resultou em alívio àqueles que procuraram a sua ajuda.
O Osvaldo temporariamente está longe de nós, pois como todos os habitantes da nave Terra onde passeamos apenas uma fração de segundo da eternidade, ele agora alcançou o Lar definido do Pai Eterno onde certamente o Senhor lhe dirá: “Vinde bendito de meu Pai, tomai posse do reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me deste de comer; tive sede e me deste de beber; era peregrino e me acolheste; nu e me vestisse; estava na prisão e vieste a mim.
Então Osvaldo perguntará, Senhor quando foi que Te vi com fome e Te dei de comer? Com sede e Te dei de beber? Quando foi que Te vi peregrino e Te acolhi; nu e Te vesti? Quando foi que Te vi enfermo e na prisão e Te visitei? Responderá o Rei ‘Em verdade vos declaro; todas as vezes que fizeste isso a um desses meus irmãos mais pequeninos, foi a mim que fizeste”. Mateus 25, 34-40.
Essa é a promessa do Deus Eterno a todos aqueles que como Osvaldo souberam cumprir a vontade do Criador em relação a suas criaturas enquanto peregrinos neste mundo passageiro.
Benedito S. Guedes de Azevedo